O que podemos aprender com Marie Antoinette

Bom dia, leitores (:

Hm, não sei se com os nobres e a nobreza nós podemos aprender muitas coisas. Muitos dos tributos exigidos da população não era retribuído em serviços sociais; muitos dos aristocratas tinham um emprego no castelo, mas que não o exercia por competência, e sim porque foi indicado por outro (ou pelo próprio rei a estar lá); por fim, ficar descontente com o rei podia ser o mesmo que ser preso e/ou morto. Em geral, creio que estamos melhor sem regimes assim.

Todavia, abstraindo dessas desvantagens e focando na figura de Marie Antoinette, acho que é possível fazer uma listinha de ações de uma personalidade forte. Nem tudo em uma pessoa é defeito ou vantagem. Leiam mais adiante e entederão.

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1. Enquanto existiam várias regras a seguir, Marie Antoinette acreditava poder seguir as suas próprias.

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Regras ao acordar, ao se vestir, ao falar, ao comer… Claro que elas nos guiam em muitos casos, mas a partir do momento que te julgam de desajeitado quando não segues algumas poucas dela, talvez o melhor a se fazer seja não se incomodar com o que falam.

2. Apesar de nunca ter falado “que comam brioche”, essa frase serve para aquelas pessoas que não gostam do seu modo de agir e ver o mundo.

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Seguindo o raciocínio do parágrafo acima, talvez o julgamento do outro não acrescente muito em sua vida. Se forem conselhos e críticas construtivas, tudo bem. Se não, eu pago pelo meu brioche/bolo/torta e eles, espero, pagam pelo deles.

3. Fazer sua própria moda é uma forma de liberdade.

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Seu look, seu adorno no cabelo, sua maquiagem… Apenas você mesmo tem o direito de dizer o que combina e o que não, o que está bom e o que não. Os sentimentos de estranheza devem ser só a primeira impressão com o novo. Se isso continua incomodando, passa a ser mal julgamento, e não deve impedi-lo de experimentar o que quiser.

4. E se seu estilo muda de acordo com o tempo, siga suas novas escolhas.

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Você pode variar de vestidos extravagantes para uma moda mais simples e bucólica. Experimentar o que te agrada naquele momento é o melhor a se fazer.

5. Você escolhe suas amizades, e ninguém deve convencê-lo de que são inadequadas.

MA2

Condessa de Provence era tímida e reservada. Madame de Polignac era mais extrovertida e muito animada. Como era o esperado, a corte preferia que a rainha tivesse a companhia da primeira, em detrimento da segunda. Mas quem deve de fato escolher suas amizades, se não você mesmo?

6. Quanto maior sua posição na sociedade, mas você deve se preocupar com aqueles que dependem de suas decisões.

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Sim, esse foi um dos maiores defeitos da rainha. Preocupada com o próprio bem-estar, ela não percebeu uma revolta ao seu redor, porque suas ações afetavam (e muito) milhares de pessoas. Apesar de todos os tópicos acima incentivarem-no a seguir suas próprias decisões, é necessário bom-senso para saber quando é bom pensar no bem social e quando pensar no bem pessoal.

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E após várias mensagens motivacionais, a última acaba quase destruindo a credibilidade das anteriores. Como sou má.

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~ Maíra Azevedo
11.12.2015 / Próxima semana terá pouco post

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EDIT: geeeeente, que “mais” no lugar de “mas” foi aquele? Que horror, quebrei a internet.

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